sexta-feira, 8 de julho de 2011

Madrugadas vazias.

Nas ruas às duas da manhã
Sem fé no presente e medo do amanhã
Pelas madrugadas de inverno vazia
Desprezado sem nenhuma companhia

Em casa é mais um cara sem lar
o domicílio é apenas para repousar
sem nenhuma ambição e sem futuro
Fuzilado sem razão num muro

O sangue começa a jorrar
Não me deram nem oportunidade de enfrentar
me reprimiram, esgotaram a minha esperança
Alienaram meus aliados, perdi a confiança

Nos encarapuçam feitos animais
Para não acreditarmos em algo mais
Do Inferno ninguém nunca voltou
Mas te garanto ele me salvou!

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